REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL
O Repositório Institucional da Afya Universidade Unigranrio | Campus Barra da Tijuca tem o objetivo armazenar, divulgar e facilitar o acesso aos Trabalhos de Conclusão dos Cursos de Graduação da UNIGRANRIO AFYA, em formato digital, permitindo maior visibilidade da produção acadêmica institucional para a comunidade científica nacional e internacional.
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Efeitos da duloxetina na sinusite crônica: uma revisão não sistemática da literatura
Introdução: A rinossinusite crônica é uma doença que gera impactos negativos importantes na sociedade. Pode a duloxetina ajudar a diminuir esses impactos? Objetivos: Promover uma reflexão sobre os possíveis efeitos da duloxetina no controle da dor crônica e da congestão/obstrução nasal de pacientes com sinusite crônica. Métodos: Estudo descritivo que promove uma reflexão acerca dos possíveis efeitos da duloxetina na rinossinusite crônica através de uma revisão não-sistemática da literatura e, empregando o método dedutivo silogístico, relacioná-los com relatos não descritos na literatura. Resultados: Considerando o amplo uso e a conhecida eficácia dos agonistas alfa-adrenérgicos como descongestionantes nasais, e as propriedades neurofisiológicas sobre as quais a duloxetina age, pode-se, através do método dedutivo silogístico, sugerir-se que: Se fármacos agonistas alfa-adrenérgicos são úteis no combate a alguns dos sintomas apresentados na rinossinusite crônica e se o uso da duloxetina a longo prazo tem ação sobre receptores alfa-adrenérgicos, logo é possível sugerir que a duloxetina pode ser útil no combate a sintomas apresentados na rinossinusite crônica. Conclusões: Pode-se concluir através desse estudo que a duloxetina é um fármaco de grande versatilidade em termos de possibilidades terapêuticas e que sua aplicabilidade como opção terapêutica no tratamento da RSC deve ser melhor investigada, visto que essa é uma moléstia que tem grande impacto negativo sobre a sociedade e sobre a qualidade de vida dos pacientes que sofrem com ela.
Efeitos da terapia celular em modelo animal de esclerose lateral amiotrófica
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa que afeta os neurônios motores, causando fraqueza progressiva e morte. A patogênese da doença é resultado de uma combinação de mecanismos, como proteínas mal enoveladas, disfunção mitocondrial, dano oxidativo, excitotoxicidade mediada por glutamato, sinalização insuficiente por fatores de crescimento e inflamação. Ainda não existe cura para ELA, porém o uso da terapia celular tem ganhado força no tratamento de doenças neurodegenerativas. Alterações em alguns genes já foram associadas com ELA, principalmente com sua forma familiar que afeta 10% dos casos. O primeiro gene mutado associado a ELA foi o gene codificante da enzima SOD, o qual permitiu desenvolver o primeiro modelo animal para o estudo desta doença. Como as formas esporádica e familiar afetam os mesmos neurônios, estudar camundongos transgênicos SOD1 pode auxiliar em um melhor entendimento da manifestação da doença. Nesta revisão comparamos e avaliamos os melhores protocolos de terapia celular aplicados no modelo animal SOD1, a fim de definir as abordagens que obtiveram os resultados mais eficazes.
EFEITOS DO MATERIAL PARTICULADO FINO (PM2.5) SOBRE A FERTILIDADE FEMININA
A poluição atmosférica é reconhecida como um dos principais determinantes ambientais de risco à saúde humana, com impactos que ultrapassam os sistemas respiratório e cardiovascular, atingindo também a esfera reprodutiva. O presente trabalho teve como objetivo investigar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, os efeitos da exposição ao material particulado fino (PM₂.₅) sobre a fertilidade feminina, com ênfase nos mecanismos fisiopatológicos envolvidos. A busca foi realizada nas bases PubMed, SciELO e Google Acadêmico, contemplando publicações entre 2003 e 2025. Os estudos analisados evidenciam que o PM₂.₅ é capaz de induzir estresse oxidativo, inflamação ovariana, apoptose e alterações hormonais, como a redução do hormônio anti-mülleriano (AMH), marcador da reserva ovariana. Também foram observados prejuízos na qualidade e quantidade dos oócitos, além de comprometimento do desenvolvimento embrionário, demonstrando que a exposição crônica ao poluente pode reduzir significativamente o potencial reprodutivo feminino. Assim, conclui-se que o PM₂.₅ representa um importante fator de risco ambiental para a fertilidade, ressaltando a necessidade de políticas públicas voltadas à redução da poluição atmosférica e de novos estudos que aprofundem os mecanismos envolvidos na toxicidade reprodutiva do poluente.
Efeitos Imunomoduladores do Canabidiol nas Células de origem Linfoide
O trabalho investiga os efeitos do canabidiol (CBD) sobre células de origem linfoide, analisando alterações funcionais e os mecanismos moleculares envolvidos na modulação de linfócitos T, B e células NK. A pesquisa utilizou 1.381 artigos inicialmente encontrados em bases científicas, dos quais cinco foram selecionados frente ao tema pretendido, tendo sido examinados em maior profundidade. A partir desses estudos, identificou-se que o CBD exerce ação imunomoduladora seletiva, suprimindo fatores de transcrição, citocinas, proliferação celular e induzindo apoptose em determinadas populações. Também foram observados efeitos protetores e potenciais aplicações terapêuticas em condições autoimunes, inflamatórias e neurodegenerativas. Os achados reforçam o papel do CBD como modulador imunológico específico, destacando sua relevância clínica e a necessidade de pesquisas adicionais para compreensão plena de seus efeitos sistêmicos.
Eficácia da toxina botulínica no terço inferior da face: Revisão integrativa e análise qualitativa
A aplicação de toxina botulínica é um dos procedimentos estéticos não invasivos mais realizados no Brasil e no mundo. A toxina botulínica é uma neurotoxina proveniente da produção de uma bactéria anaeróbia, Gram + chamada Clostridium botulinum e atua no bloqueio muscular, sendo utilizada em procedimentos para minimizar rugas e linhas de expressão e dando um aspecto jovial para a pele. O uso de toxina botulínica na região do terço inferior da face não é um procedimento muito comum. O presente trabalho tem por objetivo analisar a literatura dos últimos dez anos disponíveis em bancos de dados específicos para descrição da eficácia da aplicação de toxina botulínica para tratamentos antienvelhecimento no terço inferior da face, analisando o tipo de tratamento e indicadores de eficácia. Para tanto, foi realizada uma revisão integrativa em três bancos de dados (Pubmed, BVS e Science direct) entre os anos 2016 a 2025 com os seguintes descritores “Botulinum toxin” and/ or “Platysma” and/or “Efficacy” and/or “lower third of the face” and/ or “nefertiti lift”. Dentre os bancos de dados utilizados, Science direct foi o que apresentou maior número de trabalhos no período analisado, mas apenas cinco artigos foram selecionados e analisados. A maioria dos artigos foi publicado entre 2022 a 2025, três artigos de descrição de casos e dois artigos de revisão. Dois artigos citaram a técnica de Nefertiti lift e outros dois foram publicados por outros tipos de técnicas. O tipo mais usado de toxina botulínica foi a toxina abobotulínica A (Dysport, Reino Unido) e sua eficácia analisada de acordo com fotografias antes e depois e análise da qualidade estética (GAIS). Conclui-se que a técnica de Nefertiti lift é eficaz e segura, mas não é a única técnica eficiente para o tratamento de rejuvenescimento do terço inferior da face.
Eficácias de terapias para o tratamento de mucosite oral em pacientes oncológicos - uma revisão de literatura
A mucosite oral é definida como uma inflamação da mucosa bucal induzida pela terapia antineoplásica, configurando-se como uma das principais reações adversas em pacientes submetidos à quimioterapia e radioterapia, especialmente na região de cabeça e pescoço. O tratamento quimioterápico tem como objetivo inibir ou destruir as células neoplásicas; no entanto, essa ação não distingue entre células cancerígenas e células saudáveis, como as da mucosa oral, tornando esse tecido especialmente vulnerável à toxicidade do tratamento. A presença da mucosite compromete significativamente a alimentação, a fala e o bem-estar geral do paciente, podendo levar à interrupção temporária da terapia oncológica. Diante desse cenário, esta revisão de literatura irá apresentar os principais métodos utilizados no tratamento da mucosite oral, destacando a relevância da atuação odontológica na prevenção e no manejo das lesões. Além disso, busca-se analisar a eficácia dessas terapias na promoção da qualidade de vida dos pacientes, reforçando a importância de um cuidado multidisciplinar durante o tratamento oncológico.
EIXO MICROBIOTA-INTESTINO-CÉREBRO: IMPLICAÇÕES NO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR
O Transtorno Depressivo Maior (TDM) é um transtorno psiquiátrico recorrente que compromete a qualidade de vida do indivíduo de maneira funcional e psicossocial. Estudos apontam a importância do papel da microbiota intestinal como moduladora de funções neurológicas afetando o comportamento. Essa comunicação com o Sistema Nervoso Central (SNC) é bidirecional e ocorre através do eixo microbiota-intestino-cérebro. Esta pesquisa teve como objetivo compreender e analisar a relação do eixo microbiota-intestino-cérebro e o TDM, enfatizando a relevância na fisiopatologia e nas perspectivas terapêuticas. Trata-se de uma revisão integrativa de abordagem qualitativa, realizada nas bases Pubmed, ScienceDirect, Google Acadêmico e SciELO, com publicações entre 2001 e 2024. Os estudos analisados mostraram que a disbiose intestinal está associada ao aumento do quadro inflamatório, levando a neuroinflamação. Além disso, a modulação da microbiota intestinal por meio da suplementação probiótica pode contribuir para melhora da sintomatologia da depressão e, futuramente, ser vista como um tratamento adjunto em casos de Depressão Resistente ao Tratamento. Conclui-se, então, que o eixo microbiota-intestino-cérebro desempenha um papel significativo na fisiopatologia do TDM, com novas perspectivas no tratamento e, consequentemente, a melhoria na qualidade de vida dos pacientes.
Elevação de margem profunda: uma visão periodontal e restauradora
Este trabalho de conclusão de curso apresenta uma revisão de literatura sobre a técnica de elevação de margem profunda (EMP), considerada uma alternativa conservadora ao aumento de coroa clínica (ACC) em casos de restaurações com margens subgengivais. Foram analisados diversos estudos clínicos, com acompanhamento mínimo de seis meses, que investigaram os efeitos da EMP sob as perspectivas periodontal e restauradora. A busca foi realizada nas bases de dados PubMed, Google Acadêmico, SciELO e ScienceDirect, utilizando os descritores elevação de margem profunda, aumento de coroa, invasão de espaço biológico, considerando publicações dos últimos onze anos. Ao final do processo de triagem, treze artigos foram incluídos na análise. Após a leitura dos estudos selecionados, observou-se que os autores relatam que a EMP proporciona um adequado selamento marginal, estabilidade das restaurações e ausência de cárie secundária, mesmo em acompanhamentos de longo prazo. No entanto, a manutenção da saúde periodontal mostrou-se diretamente relacionada à qualidade da execução clínica, destacando-se a necessidade de isolamento absoluto e adaptação precisa da matriz restauradora. Falhas nesses aspectos foram associadas a maior risco de inflamação gengival e sangramento à sondagem. De forma geral, não foram observadas perdas ósseas significativas associadas à realização da EMP. Entretanto, limitações metodológicas, como a ausência de sondagem padronizada e a curta duração dos acompanhamentos, restringem a assertividade dos resultados. Conclui-se que EMP e ACC são técnicas com indicações distintas e que não se substituem. A escolha da EMP deve ser fundamentada em critérios clínicos rigorosos, sendo necessária a condução de estudos clínicos randomizados que permitam a consolidação de protocolos seguros e previsíveis para a sua aplicação na prática odontológica.
EMBOLIA ESPLÊNICA NA ENDOCARDITE INFECCIOSA: REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA COM ÊNFASE EM DIAGNÓSTICO RADIOLÓGICO E HISTOPATOLÓGICO
Introdução: A Endocardite Infecciosa (EI) é a infecção do endocárdio caracterizada por febre, sopro e embolização para diversos órgãos. Embolia esplênica ocorre em cerca de 1/3 das EI esquerdas. Objetivos: Realizar revisão sistemática da literatura sobre aspectos radiológicos e histopatológicos da embolia esplênica na EI. Métodos: As palavras-chave “Endocarditis”, “Spleen”, “Splenic emboli”, “Splenic embolism”, “Embolism”, “Tomography”, “Imaging”, “Pathology”, “Histopathology”, “Positron Emission Tomography”, “Computed Tomography” e equivalentes em português foram utilizadas no Embase, PubMed, Bireme e Scielo. Critérios de inclusão: idade a partir de 18 anos, período de 2000 a 09 de março de 2021 e publicações em inglês ou português. Critérios de exclusão: revisões não sistemáticas, relatos de caso e publicações com foco em embolias não esplênicas. Resultados: As estratégias de busca identificaram 1.973 artigos; 1.849 foram excluídos por não elegibilidade verificada pela leitura do título e 71 pela leitura dos resumos. Após a leitura integral, 32 artigos foram excluídos, totalizando 21 artigos elegíveis. As EIs esquerdas avaliadas nos estudos variaram de 6 a 3.116 casos e a média de idade de 43,02 a 70 anos. Os homens foram os mais acometidos. Os exames para detecção de embolias foram: ultrassonografia, tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética, PET/CT, SPECT/CT e Ultrassonografia com contraste por microbolhas. O número de embolias esplênicas variou de 1,4% a 71,7%, e a frequência mediana foi de 25%. Gram positivos foram a etiologia mais frequente. Dados histopatológicos foram escassos. Conclusão: Embolia esplênica na EI tem frequência elevada em estudos tomográficos.
Endocardite na gravidez e puerpério
Introdução: A Endocardite infecciosa relacionada à gestação e puerpério, apesar de incomum, é muito grave. Seu reconhecimento clínico e manejo adequado podem aumentar a sobrevida tanto da mãe quanto do feto. Objetivos: Comparar os casos de endocardite infecciosa relacionadas à gravidez e puerpério em coorte de adultos com EI do INC com dados de literatura sobre o tema. Métodos: Foram buscados e descritos casos de EI relacionados à gestação e puerpério no banco de estudo prospectivo de pacientes adultos com EI definitiva no INC, nos anos de 2006 a 2019. Foi feita revisão de literatura sobre o tema e compilados os relatos de casos da literatura de endocardite relacionada à gravidez e puerpério a partir de 2014. Resultados: Foram encontrados 2 casos de EI associada à gestação ou puerpério em 370 pacientes adultos com EI definitiva, de janeiro de 2006 a dezembro de 2019, com prevalência de 0,5% da coorte, e de 2/133 dentre as mulheres (1,5%). Considerando mulheres em idade fértil adultas na coorte (18 a 49 anos), a prevalência de EI associada à gestação e puerpério (EIGP) foi de 2/81 (2,5%). Dos casos descritos do banco do INC, a puérpera com valvopatia reumática e EI aguda de válvula aórtica por Streptococcus anginosus evoluiu para óbito enquanto a gestante de 1º trimestre, portadora de próteses mecânicas mitral e aórtica, com trombose e endocardite da prótese aórtica, hemoculturas negativas, sobreviveu, mas teve abortamento espontâneo no pós operatório de troca valvar . A busca por relatos de casos publicados de 2014 a 2019 resultou em 54 episódios de EIGP encontrados; nestes, 3 gestantes (5,7%), 7 fetos (14%) e 1 recém-nato prematuro (2%) evoluíram para óbito. Tinham predisposição valvar 13 (24%). A válvula mitral foi acometida em 23(42,5%) dos casos, aórtica em 16(29,6%) e tricúspide em 11(20,3%) dos casos. O agente infeccioso mais encontrado, em 17/54 (31,4%) foi Staphylococcus aureus sensível a meticilina. Conclusões: A predisposição valvar para EI na literatura possui alta frequência (24%). S.aureus sensível, foi o agente infeccioso relacionado a EI na gravidez e puerpério mais frequente em nossa revisão. A mortalidade foi relativamente baixa para as mães (5,7%), mas foi quase 3 vezes maior em seus filhos, fazendo a EIGP uma condição grave. O diagnóstico de valvopatia ou presença de prótese deve ser reconhecido para na situação de febre sem foco óbvio, EI ser pensada e o diagnóstico ser buscado diligentemente.
ENDOMETRIOSE CUTÂNEA PRIMÁRIA: RELATO DE CASO
Introdução: Endometriose é a presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina e, em geral, acomete os órgãos pélvicos. Apresentações extrapélvicas são relatadas na literatura. A endometriose umbilical é rara, podendo ser primária que surge de forma espontânea ou secundária que surge após procedimentos cirúrgicos. Objetivos: objetivo deste trabalho salientar as características essenciais para o diagnóstico da endometriose cutânea primária pelos médicos, facilitando o reconhecimento do quadro clínico e acelerando a instituição de um plano de tratamento adequado, através de uma revisão bibliográfica dos casos ocorridos nos últimos 20 anos e apresentação de um caso clínico clássico. Métodos: foi realizado um relato de caso com referencial teórico baseado em uma breve revisão de literatura obtida através da seleção de estudos científicos publicados no período entre os anos 2000 e 2020, em bases de dados científicos. Relato de Caso: É relatado o caso de paciente do sexo feminino com lesão de endometriose cutânea primária na região umbilical, confirmada por exame histopatológico. O tratamento proposto foi a exérese ampla da lesão com histerectomia, que foi recusado pela paciente. Diante da recusa, optou-se por um tratamento expectante. É de fundamental importância que um diagnóstico diferencial deva ser considerado na presença de tumores umbilicais nas mulheres em idade reprodutiva. Conclusão: A endometriose umbilical é uma doença pouco frequente e deve ser incluída no diagnostico diferencial de mulheres como nódulo umbilical. O tratamento de eleição é a exérese total da lesão.
Endometriose: Desvendando os Mecanismos Fisiopatológicos e Explorando Novas Perspectivas Terapêuticas
A endometriose é uma doença ginecológica crônica caracterizada pela presença de tecido endometrial fora do útero, sendo classificada como inflamatória, hormônio-dependente e benigna. Atingindo cerca de 10% das mulheres em idade fértil, essa condição está associada a sintomas debilitantes como dor pélvica, dismenorreia, dispareunia, disúria e infertilidade, o que provoca impacto significativo na qualidade de vida das pacientes, afetando suas esferas sociais, emocionais e profissionais. Os principais grupos de risco incluem mulheres entre 25 e 45 anos, com histórico de ciclos menstruais curtos, nuliparidade, baixo índice de massa corporal, etnias asiáticas e caucasianas, e consumo regular de álcool. Embora o diagnóstico clínico seja frequentemente dificultado por um quadro sintomático variável e inespecífico, a laparoscopia ainda é considerada o padrão-ouro para a confirmação da doença, embora o uso de ultrassonografia transvaginal e exames de imagem possam oferecer suporte diagnóstico. Diversas teorias fisiopatológicas buscam explicar a origem da endometriose, como o fluxo retrógrado, metaplasia celômica, predisposição genética e o efeito de fatores ambientais e imunológicos, porém a fisiopatologia da doença permanece incompletamente compreendida, exigindo mais investigações científicas. No que tange ao tratamento, as abordagens podem ser farmacológicas ou cirúrgicas, sendo a escolha baseada na gravidade dos sintomas, idade da paciente e desejo de engravidar. Os tratamentos farmacológicos focam na redução dos sintomas dolorosos e inibição da progressão da doença, recorrendo a anticoncepcionais orais, progestágenos e agonistas do GnRH. Já a intervenção cirúrgica é indicada nos casos mais graves ou refratários, com a laparoscopia sendo preferida para a remoção de focos de endometriose, embora a fisioterapia pélvica seja uma opção complementar para alívio da dor e recuperação funcional. No entanto, a endometriose representa um problema de grande relevância não apenas médica, mas também social e econômica, uma vez que os custos anuais de tratamento somam mais de 10 bilhões de euros, equiparando-se ao custo de outras doenças crônicas como o diabetes mellitus. Devido à sua alta prevalência e aos múltiplos impactos negativos que provoca, a endometriose necessita de estratégias terapêuticas mais eficazes e de maior conscientização para o diagnóstico precoce. Este trabalho visa oferecer uma análise abrangente dos principais aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos da endometriose, com o objetivo de contribuir para a melhor compreensão da doença e dos avanços necessários para seu manejo.
Endometriose: dos desafios do diagnóstico à infertilidade
A endometriose é uma condição comum que afeta principalmente as mulheres em idade reprodutiva, embora possa ocorrer em todas as idades. A causa exata da endometriose ainda não é completamente compreendida, mas fatores genéticos e hormonais desempenham um papel importante no seu desenvolvimento. A endometriose pode ser classificada em superficial, ovariana e profunda, além da extrapelvica e é marcada principalmente por dispareunia, dismenorreia, disuria, disquesia e infertilidade. Objetivo: Abordar a fisiopatologia da endometriose, exemplificar métodos multimodais para seu diagnóstico, discutir sobre seus impactos na qualidade de vida de pacientes acometidas pela doença e um inflamação endometrial responsável por reduzir a fertilidade. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura a fim de evidenciar a fisiopatologia da endometriose e como seu estadiamento ocasiona infertilidade. Foram analisados artigos desde 2014, realizou-se o cruzamento dos descritores “endometriose” “infertilidade” “infertilidade e endometriose” nas bases de dados National Library of Medicine (PubMed MEDLINE), Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) Resultados e discussão: como ambiente peritoneal inflamado causado pela endometriose gera alteração na vida das pacientes desde o diagnóstico tardio que prejudica sua qualidade de vida, três artigos foram escolhidos para melhor exemplificar e entender às mudanças causadas pelo ambiente inflamatório. Conclusão: A falta de uma classificação eficaz e a detecção tardia da doença leva ao estadiamento e agravamento dos focos, prejudicando a concepção por ser um ambiente hostil e inflamado, que geram alterações na receptividade endometrial, redução da qualidade de ovócitos, toxicidade embrionária, baixa motilidade espermática.
ENDOMETRIOSE E HIPERCOLESTEROLEMIA: UMA REVISÃO DOS MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS E IMPLICAÇÕES CLÍNICAS
A endometriose é uma doença inflamatória crônica e estrogênio-dependente, caracterizada pela presença de tecido endometrial ectópico e por alterações metabólicas complexas. Evidências recentes sugerem que o metabolismo lipídico, especialmente a hipercolesterolemia, desempenha papel fundamental na manutenção e progressão das lesões endometrióticas, ao promover estresse oxidativo, respostas inflamatórias e aumento da biossíntese local de estrogênio. Estudos experimentais demonstram que dietas ricas em gordura intensificam o ambiente inflamatório e favorecem a proliferação celular, enquanto o acúmulo de colesterol nas células estromais ectópicas atua como substrato para a síntese estrogênica, reforçando o ciclo de retroalimentação entre inflamação e hormônio. Nesta revisão narrativa, foram analisados estudos que exploram a relação entre endometriose e hipercolesterolemia e seus mecanismos fisiopatológicos compartilhados. Os achados indicam que a modulação do metabolismo lipídico representa uma estratégia terapêutica promissora. Fármacos como a Pravastatina, inibidora da síntese de colesterol, e o Clotrimazol, inibidor da aromatase, mostraram potencial em reduzir o tamanho e a viabilidade das lesões. Assim, compreender a interação entre lipídios e hormônios esteroides abre novas perspectivas para tratamentos mais eficazes e direcionados, contribuindo para a redução da recorrência e a melhoria da qualidade de vida das pacientes.
ENDOMETRIOSE E INFERTILIDADE: CAUSAS E TRATAMENTOS
A endometriose é uma doença ginecológica inflamatória e estrogênio-dependente, que afeta significativamente a fertilidade feminina. Esse estudo tem como objetivo identificar as principais causas da infertilidade associada à endometriose e analisar os tratamentos mais eficazes atualmente disponíveis para a restauração da fertilidade. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, com buscas nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS entre 2020 e 2025, foram selecionados artigos que abordam a relação entre a endometriose e infertilidade e seus tratamentos. Os resultados mostram que a endometriose compromete a fertilidade por diversos mecanismos, como distorções anatômicas, alterações no ambiente pélvico inflamatório, redução da reserva ovariana e baixa receptividade endometrial. O tratamento com a cirurgia laparoscópica se mostrou eficaz na obtenção de gestações espontâneas. No entanto, em casos mais avançados ou com fatores adversos, como idade mais avançada, baixa qualidade tubária e tempo prolongado de infertilidade, as técnicas de reprodução humana assistida se tornaram alternativas essenciais. Tratamento com supressão hormonal, como análogos de GnRH demonstrou melhorar parâmetros laboratoriais e melhorar a receptividade endometrial. Conclui-se que o manejo da infertilidade relacionada a endometriose deve ser feito de maneira individualizada, combinando intervenção cirúrgica, técnicas de reprodução assistida e terapias hormonais, conforme o perfil clínico da paciente, visando maximizar as chances do sucesso reprodutivo
Enxertia óssea e suas aplicabilidades na odontologia
O osso é um tecido que possui alta vascularização, conjuntivo especializado e dinâmico, que se remodela ao logo de toda a vida, porém quando há uma perda óssea extensa, o tecido ósseo não é capaz de se recuperar completamente. O tratamento de defeitos ósseos está bastante presente na odontologia atual. E para que seja realizada a regeneração desses tecidos são utilizados substitutos ósseos que ofereçam efetividade na restauração da função e estética. Diante disso, o trabalho tem o intuito de apresentar, por meio de revisão de literatura, os tipos de materiais atualmente utilizados, bem como suas características e peculiaridades no tratamento de defeitos ósseos.
Enxerto Gengival Livre
O enxerto gengival livre é um procedimento cirúrgica realizado em recessões gengivais para o revestimento radicular que aponta para o aumento da faixa de mucosa queratinizada da área afetada. A ampla variedade de procedimentos cirúrgicos periodontais objetiva a correção de problemas mucogengivais, ao qual ao qual podemos elencar o aumento de espessura tecidual, recobrimento radicular, melhora no biotipo fenótipo gengival ou mesmo para favorecimento estético do caso. Este trabalho tem por objetivo discutir através da literatura o enxerto gengival livre como um recurso aplicável para o aumento de tecido. A técnica do enxerto gengival livre, quando preconizada adequadamente, é segura e previsível para o tratamento de recessões gengivais e obtenção do aumento da faixa de tecido queratinizado e inserção clínica, fatores esses que contribuem para aumentar a longevidade desses elementos dentais.
ERITEMA PIGMENTAR FIXO: UM RELATO DE CASO
Introdução: O Eritema Pigmentar Fixo é uma reação adversa a drogas, caracterizado por uma lesão cutânea eritemato-pigmentada com recidivas no mesmo local caso ocorra novo uso do fármaco envolvido, deixando uma hiperpigmentação pós inflamatória. Objetivo: Relatar um caso de uma farmacodermia não tão conhecida em sua forma generalizada após o uso de Noripurum® endovenoso, fazendo uma revisão literária sobre o tema. Métodos: Este estudo de caso utiliza metodologia qualitativa e descritiva, tendo como amostra uma paciente com Eritema Pigmentar Fixo, sendo realizada coleta de dados por meio de anamnese, exame físico, diagnóstico e tratamento, durante seu acompanhamento na Policlínica e Centro de Estética Duque de Caxias. Conclusão: Há uma dificuldade no estabelecimento do diagnóstico específico nestes casos, podendo estar relacionada ao desconhecimento clínico por médicos não generalistas e ao vasto número de fármacos potencialmente agressores usados rotineiramente.
Esketamina e cetamina no tratamento de depressão resistente
Introdução: Os receptores de glutamato são potenciais alvos de novas terapias para o tratamento da depressão refratária ao tratamento, sendo a cetamina, um antagonista desses receptores, e a escetamina, seu enântiomero S, uma dessas terapias.Objetivos: Apresentar as informações mais recentes sobre os modos de administração, dosagem, principais efeitos adversos, assim como, estudos comparativos para para uma melhor compreensão e conhecimento dessas drogas como tratamento para esse tipo de depressão.Métodos: Foi realizado um levantamento bibliográfico em artigos, livros e plataformas científicas obtidos nas bases de dados SciELO, PubMed, ScienceDirect, MedScape, FDA e UpToDate entre os anos de 2010 e 2020. Resultados: Foi estabelecido que a escetamina e a cetamina apresentam um papel fundamental para remissão de pacientes de episódios de crises graves de depressão tendo um papel importante no que diz respeito a redução da ideação suicida e da anedonia. Ademais, os estudos apresentaram boa eficácia e baixos efeitos adversos, a curto prazo, quando usado em dosagens de acordo com cada via de administração. Conclusões: Os trabalhos selecionados mostraram que ambas, a cetamina e a escetamina, têm potencial promissor e obtiveram resultados satisfatórios para o tratamento dos transtornos depressivos refratátios ao tratamento.
Esporotricose cutânea-disseminada em paciente etilista crônico – relato de caso
Introdução: A esporotricose é uma infecção subaguda ou crônica, causada por um fungo dimórfico denominado Sporothrix schenckii presente no solo, espinhos e madeira. É um fungo saprófito dependente de vários fatores ambientais. Sua transmissão é feita a partir da inoculação pela penetração do Sporothrix na derme, após traumatismo com objetos pontiagudos ou até mesmo pela mordedura/ arranhadura de determinados animais. A doença caracteriza-se por lesões polimórficas da pele e do tecido subcutâneo, com frequente comprometimento dos tecidos linfáticos adjacentes. A maioria dos casos envolve primariamente a pele e, eventualmente, mucosas e outros órgãos. A esporotricose cutânea disseminada, é uma forma rara da doença, com lesões cutâneas difusas e disseminação hematogênica que acomete mais comumente pacientes imunossuprimidos e/ou com comorbidades associadas. É considerada uma micose subcutânea que decorre com desenvolvimento de lesões papulopustulofoliculocrostosas, placas com potencial ulceroso em qualquer parte do tegumento por disseminação hematogênica e com cultura positiva para o S. schenckii em cada lesão. Objetivos: Avaliar o perfil epidemiológico, compreender aspectos clínicos da doença e descrever evolução do relato de caso. Métodos: Foi feita uma revisão na literatura médica disponível, considerando as bibliografias disponíveis em artigos e livros, levando em conta o período de pandemia pelo novo coronavírus. Resultados: Foi descrito o relato de caso de paciente, com múltiplas comorbidades a partir do momento da admissão e sua evolução até a conclusão diagnostica de esporotricose cutâneo-disseminada. Conclusões: Foram encontrados a partir da anamnese do paciente elementos que auxiliaram na investigação diagnostica e no desenvolvimento do processo saúde-doença. Embora não exista um grande número de publicações acerca do tema, na literatura pesquisada é consenso que se trata de uma doença negligenciada e subdiagnosticada. A falta de informação e divulgação da doença dificultam e atrasam o diagnóstico e tratamento adequados.
Estado pré-diabético e diabetes: protocolo de atendimento odontológico
O estado pré-diabético, também chamado de hiperglicemia subdiabética, é caracterizado por uma alteração onde os níveis glicêmicos se apresentam fora da normalidade, mas não compreendem uma Diabetes Mellitus (DM) de fato e, portanto, é definido como sendo um estágio intermediário entre a glicemia normal e a DM. Quando identificado de forma tardia e na ausência de tratamento, pode evoluir para Diabetes Mellitus do tipo 2. Indivíduos com níveis glicêmicos alterados e descompensados apresentam diversos problemas de metabolismo e complicações micro e macrovasculares que podem se manifestar na cavidade oral. Desse modo, o presente artigo de revisão tem como propósito a compreensão das principais manifestações orais da doença e, dessa forma, estabelecer um protocolo de atendimento odontológico para esses pacientes. A revisão bibliográfica foi realizada no banco de dados de: PubMed/Medline, LILACS, Scopus e Scielo com base em artigos publicados nos últimos 10 anos, a partir dos descritores: assistência odontológica; Diabetes Mellitus; estado pré-diabético; odontologia; manifestações orais. Os resultados foram estruturados em uma sequência que compreende a apresentação da condição, diagnóstico, complicações sistêmicas, manifestações orais e tratamento e, por fim, foi proposto um protocolo de atendimento que para melhor entendimento, foi divido em tópicos, tais como: exame clínico, exames complementares, aspectos da consulta, situações especiais e medidas preventivas.
Estimativa de consumo de álcool em gestantes em maternidade do município de Duque de Caxias
Introdução: O alcoolismo é um problema de saúde pública de escala mundial. O consumo de álcool na gestação é um problema de saúde pública, cada vez mais prevalente. A SAF pertence a um conjunto de síndromes caracterizadas pela presença de defeitos congênitos ocasionados pelo consumo materno de álcool durante a gravidez, incluindo retardo do crescimento e dismorfias faciais típicas. Há poucos estudos no Brasil sobre consumo de álcool na gestação. O uso de álcool na gestação é geralmente omitido pela mãe, necessitando de questionário especéifico. O T-ACE é um questionário validado para o Brasil. Objetivos: estimar o consumo de álcool em gestantes em maternidade de Duque de Caxias e correlacionar com o perfil materno, da gestação e do recém-nascido. Métodos: estudo observacional, descritivo, transversal. O consumo de álcool foi identificado a partir de escore ?2 no questionário T-ACE. O dados foram analisados no software SPSS e uso das estatísticas de Cochran e Mantel- Heanszel. Resultados: analisadas 127 puérperas, média de idade 23 anos, 64% com companheiro e 52% com nível de escolaridade fundamental. Pré-Natal realizado em 98,4%, com média de 7,0 consultas. Mais de 90% dos recém-nascidos classificados como Adequados para a Idade Gestacional. T-ACE positivo obtido em 62% das entrevistadas. Não houve nenhuma significância da análise estratificada do escore do T-ACE com as variáveis do perfil da mãe, da gestação, do parto e do recém-nascido. Conclusão: A prevalência de consumo de álcool de 62% é alta. As mães eram jovens, com companheiro e baixo nível de escolaridade; as gestações foram não desejadas, mas desejadas e o perfil dos neonatos foi na maioria com peso e comprimento adequados. Não houve correlação significativa do escore do T-ACE positivo e as variáveis analisadas.
Estratégias terapêuticas de melhor prognóstico no acidente vascular cerebral: uma revisão bibliográfica
INTRODUÇÃO: O acidente vascular encefálico (AVE) é definido como um sinal clínico de desordem focal da função cerebral, com súbita instalação ou ágil evolução, com duração de mais de 24h. Os tipos de AVE são, em geral, classificados de acordo com o aspecto patológico determinado por cada um deles, isto é, isquêmico e hemorrágico. OBJETIVO: Avaliar os melhores tratamentos em caso de acidente vascular encefálico. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi feita uma revisão bibliográfica através do levantamento de dados de diversificadas fontes, observando as melhores opções terapêuticas do acidente vascular encefálico. CONCLUSÃO: O acidente vascular encefálico é uma emergência na área de saúde e é indispensável que a terapia seja prontamente definida a fim de não prejudicar o prognóstico do paciente acometido.
Estratégias terapêuticas frente às sequelas neurológicas após hipóxia-isquemia perinatal
A hipóxia isquemia perinatal é um evento lesivo resultante da redução do fluxo sanguíneo e oferta de oxigênio aos órgãos durante a gestação, parto ou após o nascimento. A HI perinatal pode levar à encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI), impactando o sistema nervoso central, resultando em danos duradouros. A interação materno-fetal, mediada pela placenta e cordão umbilical, é essencial para o desenvolvimento fetal, com períodos críticos suscetíveis a insultos. Fatores como anemia, tabagismo e exposição a substâncias teratogênicas aumentam a probabilidade de complicações. As causas obstétricas associadas à asfixia incluem interrupção da circulação umbilical, alterações placentárias e deterioração da oxigenação materna ou neonatal. Sintomas como dificuldades respiratórias e convulsões podem resultar em sequelas cognitivas e/ou motoras que podem persistir para além da fase adulta e, em casos extremos, culminar em óbito. A EHI é uma das principais causas de mortalidade neonatal global, especialmente em países de baixa renda. A hipotermia terapêutica emerge como uma opção de tratamento eficaz em países de alta renda, embora suas limitações em nações de baixa e média renda sejam evidentes. Este estudo visa relatar formas de exposição à HI, como a influência da infecção por SARS-CoV-2, investigar danos perinatais e analisar estratégias terapêuticas para reduzir sequelas, considerando neuroinflamação, excitotoxicidade e estresse oxidativo. De igual modo, a pandemia causada pelo vírus sinaliza a necessidade de novas terapias mais eficazes e abrangentes serem exploradas, para o uso também, em prematuros. Estuda-se, no entanto, a realização de exercícios físicos pela gestante, terapia medicamentosa com cafeína, melatonina e canabidiol.
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A GLUTEOPLASTIA E A HARMONIZAÇÃO GLÚTEA
O presente trabalho aborda um estudo comparativo entre a gluteoplastia e a harmonização glútea, destacando as principais diferenças entre os métodos cirúrgicos e os procedimentos minimamente invasivos utilizados para o aumento e modelagem dos glúteos. O estudo foi desenvolvido por meio de uma revisão bibliográfica, com análise de artigos científicos e estudo de caso, visando compreender a eficácia, segurança e durabilidade de cada técnica. Os resultados encontrados evidenciam que ambas as abordagens proporcionam bons resultados estéticos, porém diferem quanto ao grau de invasividade, tempo de recuperação e manutenção dos efeitos. Concluiu-se que os procedimentos minimamente invasivos, como o uso de bioestimuladores e preenchedores, oferecem melhora significativa na firmeza e qualidade da pele, com recuperação rápida e menor risco de complicações, embora necessitem de reaplicações periódicas. Já a gluteoplastia com implantes apresenta resultados mais duradouros, mas requer maior cuidado no pós-operatório e envolve riscos cirúrgicos. Dessa forma, a escolha da técnica ideal deve considerar o perfil e as expectativas do paciente, priorizando sempre a segurança e a personalização do tratamento.




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